"Senti o teu cheiro no metrô. O mesmo onde eu reparei na tua existência.
Tive saudade. Saudade da paixão que senti. Saudade daquele tempo. Saudade do timbre que me acalmava. Da luz. Era a esperança do novo, da ousadia. Saudade do que não fizemos. Saudade de qualquer coisa que possa fechar uma rima vazia.
Saudade do que, de fato, não existiu, mas de alguma forma nos ligou.
Saudade."
E nessa altura ela questiona qual a diferença entre a realidade e o sonho, se ao final, mesmo os sonhos chegam ao fim?
terça-feira, junho 14, 2005
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"omini festinatio ex parte diabli est"

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