Introspecção. Ela se sentia sozinha. De novo. E triste.
Não mais via isso de uma maneira ruim. Claro que a tristeza e a decepção eram ruins, mas ela sentia alguma coisa de importante estava acontecendo: desconfia que, de novo, ela estava sabotando a sua passividade.
Já há algum tempo estava se sentindo incomodada, mas não conseguia fazer nada conscientemente. Cada vez mais fica claro que atitudes, e não palavras, são o que contam.
Ela se deixou ir e não teve força para voltar sozinha. Agora era preciso voltar. Era preciso um motivo e ela tinha um. Involuntário a principio, mas que colocava bem a mostra as feridas. Tempo de fechar-se e curar feridas.
Enquanto isso, ela sabe, lá no fundo, que vai sentir falta do carinho das pessoas.
quinta-feira, abril 07, 2005
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"omini festinatio ex parte diabli est"

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